Bluray

É incrível a velocidade em que uma tecnologia se torna popular e consegue sua maturidade hoje. No mercado brasileiro há seis anos, os primeiros Blu-ray players eram lentos, ruidosos e mal conseguiam reproduzir todos os discos lançados na época, especialmente se tivessem dupla camada ou efeitos especiais mais avançados. Um ano depois, chegou a segunda geração de aparelhos com interface HDMI versão 1.3, que permitiu a instalação de apenas um cabo para o tráfego dos codecs de áudio HD – Dolby TrueHD e DTS-HD.

Ainda em 2008, a terceira geração de Blu-rays trouxe modelos com hardware perfil 1.1, cuja principal atração era o Bonus View, para ver conteúdos adicionais, como o storyboard das cenas, numa janela no canto da tela enquanto o filme está em andamento. A partir daí, o processo de evolução foi acelerado com o perfil 2.0, que agregou conector LAN (RJ-45) e memória interna de 1MB.

Essas características tornaram viável o uso do recurso BD-Live, possibilitando o acesso a um servidor do estúdio na internet, onde são armazenados trailers, imagens, jogos interativos e conteúdos adicionais do título reproduzido.

Com isso, logo vieram os players com acesso restrito à internet, por meio de aplicativos de redes sociais – YouTube, Picasa e Twitter – e site de meteorologia. A busca por filmes, fotos e músicas guardadas em PC e portáteis certificados DLNA e a conectividade WiFi – integrada ou através de adaptador USB-wireless opcional (dongle) também se tornaram presentes nos aparelhos. Hoje, quase todos os Blu-ray players dos principais fabricantes incluem essas funcionalidades.

A bola da vez está com os aparelhos compatíveis com discos 3D e dotados de conexão HDMI 1.4, para o tráfego desse sinal. Alguns, inclusive, já são capazes de converter imagens 2D para 3D, uma alternativa interessante a ser utilizada com TVs 3D sem esse tipo de recurso.

A tendência, no entanto, caminha para o conceito de Smart TV, que num primeiro momento se destacou nos aparelhos mais sofisticados, com várias funcionalidades em uma plataforma (ou menu de navegação) única e simplificada presentes antes de maneira fragmentada em televisores. É o caso do acesso irrestrito a diversos sites na web, rede DLNA, WiFi N (de maior velocidade e alcance), além de aplicativos de redes sociais que convidam o espectador a interagir mesmo durante as sessões de filmes.

Outra tendência nos Blu-ray players é o comando de suas funções a partir de iPhone, iPod Touch ou um smartphone com sistema Android. Basta ter uma simples rede WiFi em casa para controlar o aparelho pela tela do seu gadget, inclusive a partir de outras áreas da residência.

Todos os Blu-ray players são capazes de identificar os codecs de áudio Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio e DTS-HD High Resolution (Bitstream Out). Feita essa etapa, o player envia o sinal a um receiver dotado desses processadores, para que ele faça o trabalho de decodificação do formato. No caso do DTS-HD MA a superioridade em detalhamento é de até dez vezes sobre o Dolby Digital convencional.

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